• João P. Coneglian

Redução de ICMS no estado de São Paulo promove reduções no preço médio da gasolina

Nessa semana o nosso economista João Coneglian concedeu entrevista ao vivo a TV TEM (afiliada globo) sobre este assunto. Confira abaixo mais detalhes:

Seguindo a sanção recente da lei federal, o estado de São Paulo tomou a frente dos demais estados e já se adequou a nova alíquota de ICMS sobre a gasolina. No caso do estado, a arrecadação do imposto cairá de 25% para 18%.


O ICMS, sigla para Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, é um imposto estadual arrecadado sobre a maior parte dos produtos vendidos no país e, por isso, é considerado o principal responsável pelas arrecadações estaduais.

Quase que imediatamente, a redução desse imposto já impactou nos preços da gasolina nas bombas de combustível para o consumidor final, aliviando um pouco do impacto da alta inflação que vem atingindo esse produto.


É muito importante, no entanto, entender o impacto indireto que essa mudança causa. O principal é que a arrecadação estadual proveniente desse imposto diminuirá consideravelmente e os repasses que eram feitos para áreas como saúde e educação serão diminuídos.


O ICMS é uma proporção do valor praticado e, por isso, ele fica maior ou menor conforme os valores crescem na fonte. Para entender um pouco melhor o real motivo do porquê os preços vêm aumentando, convido a acessarem o link a seguir que traz, de forma fácil, as informações acerca do assunto:

https://www.fabriconsultoria.com.br/post/o-que-faz-os-combustiveis-aumentarem-de-preco


Vale lembrar que o estado de SP já fazia parte do grupo de estados que já tinham a menor alíquota de ICMS para a gasolina (25%) e, portanto, a diferença nos valores poderá ser maior nos estados onde essas alíquotas são maiores. Consequentemente, nesses estados, a diminuição nas arrecadações e repasses também serão mais significativas.


Para matéria completa, acesse:

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/06/27/governo-de-sp-anuncia-reducao-do-icms-e-preco-medio-do-combustivel-deve-ficar-abaixo-de-r-650.ghtml


Economista João P. Coneglian

Sócio/Consultor da Fabri Consultoria


229 visualizações0 comentário