• João P. Coneglian

É hora de desengavetar os projetos e apostar na produtividade

“Como medida de enfrentamento da pandemia que vivemos em 2020 e continuamos enfrentando em 2021, o governo necessitou financiamentos para bancar o aumento dessas despesas. Do outro lado, temos um investidor buscando ser mais recompensado. Dito isso, ele só financiaria o governo (através dos Títulos Públicos) se o retorno fosse compensatório.

De acordo com o Estadão, o Tesouro tem uma dívida a pagar com os investidores, no início de 2021, que somava R$1,31 tri até o final de novembro de 2020. Só os títulos que vencem em 2021 equivalem a 28,8% do valor total da dívida pública interna. Esse valor é o dobro da média dos últimos três anos.”

Esse valor representa aproximadamente 18% do PIB nacional e metade de toda a arrecadação (Receita do país). Diante disso mais do que nunca precisamos aquecer a economia através da abertura de novas empresas e geração de empregos para que possamos aumentar a arrecadação do país.


Levando em consideração as baixas taxa de juros, é um momento favorável para poupadores tirarem o dinheiro do mercado financeiro de poupança e investir no mercado produtivo.


Outro indício que inclusive já citado por vários especialistas e também previsto pelo Banco Central, é o aumento da taxa de juros, que inclusive seria outra vertente para ajudar na resolução da dívida do governo, assim o governo conseguiria emitir mais títulos atrativos para uma prorrogação da dívida.


Portanto tirando o fator pandemia que já está praticamente com os dias contados devido a vacina, o 1º Semestre de 2021 é o momento de captarmos dinheiro das instituições financeiras ainda a um custo baixo e desengavetar os projetos e apostar na produtividade.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/economia/brasil-esta-quebrado-entenda-situacao-das-contas-publicas-e-veja-opiniao-de-economistas/


Economista João P. Coneglian

Sócio/Consultor da Fabri Consultoria

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